Em 2020, Tallis Gomes, Bruno Nardon e Alfredo Soares assumiram uma missão que o mercado considerou delírio: gerar 1 milhão de empregos através dos seus alunos até 2030. Hoje, anunciando ao mundo a partir do painel da Nasdaq em Nova York, o número chegou a 1.094.176 — e a história do empreendedorismo brasileiro nunca mais será a mesma.
Total de empregos gerados pelos alunos do G4
1.094.176Um milhão, noventa e quatro mil, cento e setenta e seis novos empregos
Outubro de 2020. Uma segunda-feira comum na Berrini, São Paulo. Tallis Gomes estava cansado de ouvir que empresário é explorador, que só pensa em lucro. Naquele dia, tomou uma decisão que muita gente chamaria de loucura.
Mas se ser louco é recusar a pedir desculpa por criar, empregar e crescer — então Tallis prefere a loucura à sanidade de quem nunca teve coragem de construir nada. Foi com esse espírito que nasceu o BHAG mais audacioso já assumido por uma empresa de educação no Brasil: gerar 1 milhão de empregos através dos alunos do G4 até 2030.
O anúncio parecia impossível. Uma escola de negócios com menos de dois anos de existência, comprometida com um número que a maioria das grandes corporações brasileiras jamais ousou prometer. Seis anos depois, de dentro do centro financeiro mundial, os três fundadores do G4 — Tallis Gomes, Alfredo Soares e Bruno Nardon — subiram ao palco da Brazilian Week em Nova York com uma resposta simples:
“Missão cumprida. Nós conseguimos.”
— Tallis Gomes, Presidente do G4, Nova York 2026O que é o BHAG do G4 e por que ele importa
O termo BHAG — Big Hairy Audacious Goal — foi popularizado pelos professores Jim Collins e Jerry Porras no livro Feitas para Durar. Um BHAG é uma meta de longo prazo tão grande e desafiadora que parece quase impossível, mas funciona como bússola estratégica para toda a organização. No contexto do G4, o BHAG de 1 milhão de empregos tinha um propósito claro: provar que educação empresarial de alto nível transforma economias, não apenas carreiras.
Desde 2019, o G4 vinha desenvolvendo programas de gestão, liderança, vendas e estratégia para pequenos e médios empresários brasileiros. Diferente de outros players do mercado, o G4 não foi fundado por acadêmicos, nasceu das cicatrizes de quem já escalou empresas de verdade.
Foram eles que, em outubro de 2020, desenharam o alvo na parede: 1 milhão de novos empregos gerados pelas empresas dos alunos do G4 até 2030. Não empregos no G4. Empregos no Brasil real, criados por empresários que passaram pelos programas, absorveram os métodos e voltaram para suas empresas para crescer com mais técnica, mais resultado e mais responsabilidade.
1.094.176: o número que não pertence ao G4
Quando Tallis Gomes olhou para o telão da Nasdaq nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026, não viu uma estatística corporativa. Viu coragem. Viu mãos calejadas. Viu carteiras de trabalho assinadas por empresários que muitas vezes trabalharam sob pressão extrema, sem o reconhecimento que mereciam, sem que o sistema facilitasse qualquer coisa.
“Esse número não pertence ao G4”, disse Tallis ao anunciar o resultado. “Ele pertence a você. Você, que é o verdadeiro herói deste país. Enquanto o sistema discutia teoria, você estava assinando carteira de trabalho. Enquanto Brasília criava burocracia, você criava oportunidade.”
O que este número representa
1.094.176 empregos diretos gerados por empresas cujos fundadores ou gestores passaram por programas do G4. A mensuração é feita com base em dados declarados pelos próprios alunos ao longo dos anos — um processo de coleta contínua que o G4 mantém desde o início da meta. O número supera a meta original em 94.176 vagas e foi atingido com quatro anos de antecedência.
A conquista é ainda mais expressiva quando contextualizada: o G4 cresceu de R$ 11 milhões de faturamento em 2019 para mais de R$ 500 milhões em 2025, sem jamais abrir capital para investidores externos. Toda a expansão foi financiada pelo próprio caixa da operação.
| Ano | Faturamento G4 | Empregos acumulados |
|---|---|---|
| 2019 | R$ 11 milhões | — |
| 2023 | R$ 200 milhões | Base em construção |
| 2024 | R$ 315 milhões | 500 mil |
| 2025 | R$ 500 milhões+ | 756 mil |
| 2026 | Em crescimento | 1.094.176 ✓ |
A jornada: seis anos que mudaram o empreendedorismo brasileiro
Para entender o peso do número, é preciso entender o contexto em que o G4 nasceu e cresceu. Em 2019, o Brasil ainda era um país onde o acesso a educação empresarial de alto nível era privilégio de quem podia pagar um MBA internacional ou tinha network suficiente para acessar mentores de primeira linha.
Tallis, Alfredo e Bruno perceberam essa lacuna e criaram o que chamaram de “escola de negócios construída por quem já havia escalado empresas de verdade”. Não teoria de livro, método com cicatriz.
2019
Fundação do G4. Faturamento inicial de R$ 11 milhões. Primeiros programas focados em PMEs brasileiras.
Outubro 2020
Lançamento do BHAG: 1 milhão de empregos gerados até 2030. Meta considerada impossível por analistas do setor.
2021–2022
Crescimento acima de 90% ao ano. Expansão do portfólio de programas. Consolidação como referência em educação executiva para PMEs.
2023
R$ 200 milhões de faturamento. Mais de 87 mil empresas impactadas desde o início das operações.
2024
R$ 315 milhões de faturamento. Número de empregos gerados pelos alunos ultrapassa 500 mil.
2025
R$ 500 milhões de faturamento. Número de empregos gerados pelos alunos ultrapassa 756 mil.
14 de maio de 2026
BHAG cumprido. 1.094.176 empregos gerados — quatro anos antes do prazo, anunciado no painel da Nasdaq em Nova York.
O herói real deste feito não é o G4
Tallis Gomes foi cuidadoso ao deixar isso claro no anúncio: o mérito não é do G4, é dos alunos. São empresários brasileiros — muitas vezes invisíveis para a mídia, sem cobertura de veículos especializados, sem glamour de startup — que foram responsáveis por cada uma das 1.094.176 carteiras assinadas.
“O G4 foi a bússola, mas quem marchou na lama e construiu esse resultado foi você.”
— Tallis Gomes, Presidente do G4É uma distinção importante. Em um país onde o debate sobre emprego frequentemente gira em torno de políticas públicas, incentivos fiscais e programas governamentais, o G4 aponta para outra direção: o empresário privado, especialmente o de pequeno e médio porte, é o verdadeiro motor de geração de trabalho no Brasil.
Cada programa do G4 é desenhado para remover os gargalos que impedem esse empresário de crescer: falta de método em gestão, liderança despreparada, processos de vendas ineficientes, cultura organizacional fraca. Quando esses problemas são resolvidos, as empresas crescem — e crescendo, contratam.
O que vem depois do primeiro milhão: IA, eficiência e o próximo BHAG
Tallis Gomes não deixou o anúncio ser apenas celebração. Como costuma fazer, usou o palco para dizer uma verdade desconfortável:
“O mundo que nos trouxe até aqui não é o mesmo mundo de amanhã.”
A Inteligência Artificial chegou para redesenhar o que significa crescer. E o G4, que já antecipou tendências antes, está de olho nessa virada.
Por que o G4 fala tanto em IA e eficiência?
A resposta de Tallis é direta: “Se eu não te ensinar a produzir 5x mais com o mesmo time, sua empresa não vai mais existir para dar emprego a ninguém daqui a dois anos.” O próprio G4 quintuplicou o caixa enquanto aumentou o time em apenas 10% — a eficiência operacional viabilizada por IA não é o oposto do emprego. É a condição para que as empresas sobrevivam e continuem contratando.
Agora, com o primeiro BHAG concluído, os fundadores preparam o anúncio do próximo. No dia 25 de maio, na live de aniversário do G4, será revelado o novo Big Hairy Audacious Goal — um objetivo desenhado para a era da eficiência e da inteligência artificial aplicada ao negócio brasileiro.
Quem é o G4
Fundado em 2019 por Tallis Gomes (Easy Taxi, Singu), Alfredo Soares (VTEX, Xtech) e Bruno Nardon (Rappi Brasil, Kanui), o G4 nasceu de uma pergunta incômoda: por que as melhores práticas de gestão do mundo são inacessíveis para a maioria das empresas brasileiras?
A resposta não foi um curso online. Foi uma escola de negócios construída por quem já havia passado pela realidade de escalar empresas em mercados difíceis — com método, com cicatriz e com resultado comprovado. Em seis anos, o G4 saiu de R$ 11 milhões para R$ 500 milhões de faturamento, sem dívidas e sem investidores externos, impactando mais de 87 mil empresas.
“Crescemos porque o empresário brasileiro cresce. E cada nova fase do G4 existe para acelerar essa jornada.”
— G4O Brasil que quer mais venceu
Há uma frase que o G4 repete desde o início: “Não somos para todo mundo. Somos para quem quer mais.” O número 1.094.176 é a prova mais concreta de que essa promessa foi cumprida. Não por uma empresa, não por um governo, não por um programa social, mas por empresários brasileiros que pegaram o método, aplicaram no chão de fábrica, no atendimento ao cliente, na gestão do time, e foram crescendo. Um por um. Empresa por empresa. Carteira de trabalho por carteira de trabalho.
Nós não batemos a meta. Nós atropelamos o prazo em quatro anos.
O Brasil que quer mais venceu.
Aguarde o próximo BHAG do G4
No dia 25 de maio, na live de aniversário, os fundadores revelam o novo objetivo audacioso que vai guiar a próxima fase do G4. Um novo norte para a era da eficiência e da inteligência artificial.
Quero ser avisado